Homem aparece vivo no próprio velório e causa pânico

Rio de Janeiro, 23 out (EFE).- Uma família de Alagoinhas, na Bahia, tomou um susto ao perceber que estava velando um morto desconhecido ao invés de um parente, que apareceu no meio do funeral, informou nesta terça-feira a imprensa local.


O homem dado como morto, Gilberto Araújo, de 41 anos e que trabalha como lavador de automóveis, assustou toda cidade no domingo ao aparecer vivo. Alguns chegaram a achar que se tratava de um fantasma.
“Houve um grande susto, algumas meninas desmaiaram. O povo saiu correndo e a rua ficou cheia de motos e automóveis”, disse Maria Menezes, que estava presente no funeral, em declarações à rede “Globo”.
Os parentes do “morto” explicaram que foram informados que Gilberto tinha sido assassinado no sábado durante um tiroteio, por isso foram ao necrotério fazer o reconhecimento e acabaram confundindo o familiar com um cadáver que ainda não foi identificado.
Araújo, que não visitava sua mãe há quatro meses, disse que foi informado por um amigo que tinha sido dado como morto e pediu para tomar um beliscão. O mesmo amigo disse que havia um caixão com um cadáver na sala da casa de sua família.
A vítima ligou para casa da sua mãe para tentar avisar sobre a confusão, mas a pessoa que atendeu o telefone achou que se tratava de um trote. A partir disso, Araújo achou melhor comparecer ao próprio funeral e desfazer o mal entendido.
Marina Santana, mãe de Araújo, disse que ficou “muito alegre” ao sabe que seu filho estava vivo, mas só se convenceu após dar “muitos abraços” nele.
O policial Glauco Suzart explicou que o corpo do desconhecido foi retirado da casa da família de Araújo e que voltará a investigar o assassinato desde o princípio. EFE


Criança acorda e pede água no meio de seu velório, diz família

Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado (2), em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.

A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da "primeira morte", mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.

Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira (1). À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.

As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um "lençol de cadáver", que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.

Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.


Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele "estava se mexendo o tempo todo".

O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.

Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse "Pai, água".

"O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes", disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.

INVESTIGAÇÃO

O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.

A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.

De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação.

O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. "Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação", afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.


fonte: folha

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